Aos 44 anos, já sabíamos o que procurávamos: um amor maduro, leve e verdadeiro. E foi assim que, numa quinta-feira à tarde, a vida — com uma ajudinha da tecnologia — nos cruzou.
Tudo começou com uma mensagem de Pedro: «Fiquei cansado só de ver as tuas fotos a correr.» A curiosidade deu lugar a horas de conversa, apesar de milhares de quilómetros nos separarem: eu em Portugal, ele na Roménia.
Cinco dias depois, encontrámo-nos pessoalmente. Mas, logo nessa semana, viajei para o Brasil, onde ficaria durante 30 dias. Na despedida, Pedro disse: «Cá te espero.»
E esperou.
Falámos todos os dias e, quando regressei a Portugal, veio o pedido de namoro. Começava ali uma história feita de presença, parceria, adaptações e vontade de fazer dar certo.
Hoje, sabemos que o amor não é encontrar alguém perfeito, mas alguém com quem vale a pena construir uma vida.
E é por isso que, agora, escolhemos dar o próximo passo: continuar a escolher-nos, todos os dias.